Por mais que as pessoas saibam que o emagrecimento não vem sem esforço, sempre há muita procura pelas soluções milagrosas de perda de peso em pouco tempo.



Muito se questiona sobre a eficácia dos chamados “substitutos” ou “complementos” de refeição, como o shake para emagrecer. Existem diversas marcas no mercado que prometem uma rápida perda de peso, sensação de fome reduzida e a ingestão de nutrientes importantes.

Mas será que trocar uma refeição por um shake vale a pena?


Estar atento às fontes dos nutrientes utilizados na composição faz toda a diferença. Uma composição, para ser saudável, deve trazer ingredientes de verdade, livre de aditivos artificiais, e ser utilizada como uma estratégia aliada a hábitos saudáveis. Alguns desses shakes, por exemplo, possuem ingredientes como sacarose ( açúcar branco), xarope de milho e adoçantes artificiais.

Ainda, pela regra da Anvisa (PORTARIA Nº 30, DE 13 DE JANEIRO DE 1998 ) para substituir uma refeição o shake deve ter (preparado como na instrução do rótulo) pelo menos 200 calorias, o que já é pouco para uma refeição.
Então, muito cuidado ao trocar uma refeição composta por alimentos in natura, ricos em vitaminas e antixoxidantes por um alimento processado.
Para a perda de peso, as mudanças na alimentação e no estilo de vida, acontecem de médio a longo prazo, respeitando o ritmo de cada um. A adoção de dietas radicais (com severa restrição de consumo calórico), como é o caso do uso de “shakes” que “garantem” uma grande perda de peso em um curto espaço de tempo, não se mostram eficazes para o controle e redução de peso, pois o indivíduo pode voltar a ganhar o peso perdido sem benefícios para a saúde, uma vez que na maioria das vezes favorecem a perda de massa muscular, água, eletrólitos e minerais ao invés de gordura.
Dieta balanceada aliada a prática de atividade física são fundamentais para um emagrecimento saudável e sem neuras.